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Biodiversidade de um ecossistema terrestre e fatores abióticos que o condicionam

Alunos: Maria Inês Martins nº22, Patrícia Rodrigues nº25, Joana Ribeiro nº17, Sílvio nº27.
Turma: 11º A
Escola: Escola Secundária João da Silva Correia
Disciplina: Biologia e Geologia
Data: 20 de janeiro de 2020

Resumo

Os objetivos deste trabalho foram estudar e caracterizar a biodiversidade presente num ecossistema de um metro quadrado, verificar de que forma os fatores abióticos interferem no seu funcionamento bem como as relações tróficas envolvidas nos ciclos de matéria. No exterior procedeu-se à recolha de alguns exemplares dos vários reinos constituintes do ecossistema que foram posteriormente analisados detalhadamente. Foi também recolhida uma amostra de solo que foi sujeita a uma análise microscópica com o objetivo de encontrar possíveis organismos invisíveis a olho nu que contribuíssem para a manutenção do equilíbrio do ecossistema. Foi possível, ainda que com algumas limitações, identificar as espécies presentes na porção de terreno estudada e estabelecer a relação entre as mesmas e o meio ambiente onde estavam inseridas tendo-se verificado que estabeleciam uma relação de interdependência e que os fatores abióticos contribuíam para o crescimento de algumas espécies e para possíveis modificações na sua estrutura morfológica. A altura em que foi realizada e as reduzidas dimensões do terreno constituem fatores limitantes, na medida em que se poderiam ter obtido resultados diferentes e mais precisos caso o mês em que se realizou a experiência correspondesse a um dos meses da época de reprodução das espécies vegetais. Poderiam também ser obtidos outros resultados com um aumento das dimensões do terreno ou então com a escolha de um outro ecossistema localizado num outro local.

Introdução

Ecossistema é o nome dado a um conjunto de populações que vivem num determinado local e interagem entre si e com o meio ambiente., constituindo um sistema estável, em equilíbrio dinâmico e autossuficiente. Cada população é o conjunto de indivíduos de uma mesma espécie que pertencem a um determinado ecossistema.

Há dois tipos de componentes básicos num ecossistema: abióticos e bióticos. Os primeiros correspondem a fatores químicos, físicos, geológicos e climáticos do ambiente. Já os componentes bióticos dizem respeito aos seres vivos da comunidade e suas interações. Esses seres desempenham diferentes papeis e diferentes níveis tróficos.

Os seres vivos de um ecossistema podem ser distinguidos e agrupados, segundo o sistema de classificação de Whittaker, quanto ao seu nível de organização celular, modo de nutrição e papel ecológico, em cinco reinos: Monera, Protista, Fungi, Plantae e Animalia.

Com o presente trabalho pretende-se estudar e caracterizar a biodiversidade presente num ecossistema de um metro quadrado e de que forma os fatores abióticos interferem no seu funcionamento bem como as relações tróficas envolvidas nos ciclos de matéria. A investigação incidiu essencialmente na tentativa de responder às seguintes questões: Será que existe grande diversidade de espécies? Que relações se estabelecem entre os seres vivos do ecossistema? Qual a interferência dos fatores abióticos no funcionamento do ecossistema? Supõem-se que irá ser encontrada uma reduzida variabilidade de espécies atendendo às reduzidas dimensões da porção do ecossistema em estudo. Espera-se comprovar que a sobrevivência das espécies estará dependente da ação dos fatores abióticos e da relação entre os seres vivos do ecossistema. Atendendo a que o estudo se realiza no mês de janeiro, caracterizado por baixa temperatura e bastante humidade, espera-se encontrar musgos, plantas angiospérmicas sem a flor e poucos animais.

Materiais e Metodologia

No trabalho de campo e de laboratório usou- se: uma pá de jardinagem; uma corda e fita métrica para delimitar o quadrado pretendido para a análise;  recipientes para guardar as amostras para posteriormente proceder á sua análise; cmara fotográfica (do telemóvel); Termómetro; Fita métrica; Tina de vidro; Caixa de petri; Esguicho; Lâminas e lamelas;   Lupa; microscópio ótico composto (MOC); chaves dicotómicas e guias de identificação.

Após reunidos todos os materiais necessários, delimitou-se o metro quadrado pretendido para o estudo com o auxílio da respetiva corda e recolheu-se uma amostra de solo e de algumas espécies presentes. Inventariaram-se os organismos observáveis a olho nu. No laboratório procedeu-se à respetiva identificação das amostras vegetais e à análise da amostra de solo recolhida. Inicialmente observou-se a amostra de solo recolhida com o auxílio de uma lupa, de seguida procedeu-se à realização de uma preparação temporária da amostra de solo misturando-a com água e observou-se ao MOC. Com a ajuda da lupa, foram observadas as amostras de material recolhido no campo. Após este procedimento, utilizaram-se chaves dicotómicas e guias de identificação com o objetivo classificar os seres vivos observados registando todos as informações necessárias para concretizar o objetivo da realização do trabalho experimental.

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